Heleida escreveu:
"Quando conto a história da Hanseníase sempre faço referência a esse tempo de injustiças. A poesia abaixo retrata muito bem a dor sentida por um pai que não chegou a conhecer o seu filho.
Meu Filho *
“Há bem pouco nasceste e já te vais...
Nem eu nem tua mãe te deu um beijo
Como é triste o destino que praguejo:
Ter um filho e vê-lo órfão tendo os pais.
Não nos verás... não te veremos mais
E na dor não verá o teu gracejo
Quem te esperava no maior festejo
Entre alegrias que se tornam ais (...)”
* moço poeta,Leprosário do Amazonas, Vila Belisário Pena, escreveu por ocasião em que seu filho foi levado para o Preventário de Manaus, logo após o seu nascimento"
Irmãos e amigos:
As mensagens estão chegando, fico feliz.
Obrigada a todos!
Com amor pleno
Teresa Oliveira
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